Os Desafios do Trading com Padrões de Reversão em Average Down

Esta semana, finalmente, retomei a negociação nos mercados financeiros em paper trading. Foi difícil regressar à conta de simulação depois de semanas numa conta real, mas os resultados assim o ditavam. As últimas três semanas tinha sido de perdas, embora não avultadas, pelo facto de a conta ser pequena, mas que exigia uma reconexão com uma estratégia o mais simples possível.

Dentro dos vários tipos de padrões gráficos da análise técnica estou a testar a reversão com a utilização do average down, utilizando até três blocos de ações. O uso de um ou dois blocos, em termos gerais, produz lucros ou quanto muito termina em break even ou com uma perda reduzida, pelo que é considerada de baixo risco dentro da estratégia empregue.

O uso de três blocos de ações, portanto com o número máximo de blocos, já tem um maior risco, e pode resultar em lucros, break even, ou na pior das hipóteses uma perda significativa se comparada com um risco considerado normal.

Para a estratégia de reversão em average down ter uma expectância positiva, a percentagem de negociações com três blocos que incorrem em perdas tem de ser baixa. É também de vital importância, e no caso de não ser possível impedir as perdas com três blocos de ações, de se fazer uma soberba gestão do dinheiro, para diminuir ao máximo possível as perdas incorridas. Esta gestão do dinheiro deve estar sempre apoiada no price action.

Nas próximas semanas, e possivelmente meses, vou estar dedicado exclusivamente ao trading com padrões de reversão, otimizando as entradas e saídas, e muito importante comparar os dias de perdas com e sem o uso de average down.