Outros Tipos de Barras de Sinal no Price Action – Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks: Resumo do Livro (Capítulo 1)

Reading Price Charts Bar by Bar de Al Brooks - Capa do Livro

Este artigo resume os excertos que considero mais importantes da introdução ao capítulo 1 (Price Action) do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral do livro, capitulo por capitulo.

De seguida, destaco as passagens descritivas de outros tipos de barras de sinal do capítulo 1.

Uma barra de sinal é uma barra de configuração que levou a uma entrada. Contudo, nem todos os negócios valem a pena, e porque um stop foi ativado e tornada a barra anterior numa barra de sinal, isso não significa que o negócio foi bom (por exemplo, muitos sinais em Barb Wire são melhor evitados). Todas as barras de sinais não tem significado na ausência de price action que indique que uma reversão (reversão de tendência ou reversão no final de uma retração) é provável.

Além da clássica barra de reversão, outras barras de sinal comuns (alguns são dois padrões de barras) incluem:

Barras pequenas

  • Barra interna.
  • Padrões i ou ii (duas ou três barras cada vez mais pequenas de seguida).
  • Barra pequena perto do alto ou baixo de uma grande barra (barra de tendência ou barra externa) ou lateralidade (especialmente se houver um corpo na direção do seu negócio indicando que o seunlado tomou controlo).

Note que uma barra doji é raramente um bom sinal porque são uma barra de lateralidade, e quando numa lateralidade não deve procurar comprar acima do alto ou abaixo do baixo. Pode ser um sinal decente se ocorrer perto de um alto ou baixo num dia de lateralidade, ou se é uma configuração “A Favor da Tendência” numa tendência forte. Numa lateralidade, pode-se vender abaixo de um doji se for no alto da lateralidade, especialmente se for uma segunda entrada. A grande lateralidade vence a pequena lateralidade representada pela barra doji, pelo que vender abaixo da barra doji é também vender no topo de uma grande lateralidade, que geralmente é um bom negócio.

Outros tipos de barras de sinal

  • Barras externas.
  • Micro duplo fundo: barras consecutivas num forte urso com baixos idênticos e preferencialmente pequenas ou nenhumas sombras no topo (um tipo de bandeira urso).
  • Micro duplo topo: barras consecutivas num forte touros com altos idênticos e preferencialmente pequena ou nenhumas sombra no fundo (um tipo de bandeira touro).
  • Barras opostas iguais: Topo Cima Baixo Igual ou Fundo Baixo Cima Igual (barras de tendência consecutivas em direções opostas com pequenas sobras e quase idênticos altos e baixos).
  • Falha da barra de reversão (por exemplo, comprar acima de uma barra de reversão urso num touro forte).
  • Barra careca.
  • Barra de exaustão (barra de tendência enorme).

Existem muitos tipos de barras pequenas e diferentes situações em que ocorrem, e todas representam uma falta de entusiasmo dos touros e ursos. Cada uma tem de ser avaliada em contexto. Uma pequena barra é uma melhor configuração se tiver um corpo na direção do seu negócio (uma barra pequena de reversão), indicando que o seu lado é dono da barra. Se a barra pequena não tiver corpo, é geralmente melhor aguardar uma segunda entrada, pois a probabilidade de um negócio bem sucedido é menor, e chance de um negócio em falso é muito grande.

Uma barra interna não tem de ser totalmente interna (alto abaixo do alto da barra anterior e baixo abaixo do baixo da barra anterior). Um ou ambos dos extremos pode ser idênticos à barra anterior.

Quando uma barra interna ocorre a seguir a um grande rompimento de uma barra de tendência, poderá ser uma barra de pausa pelos traders de tendência ou uma perda de entusiasmo que levará a uma reversão (rompimento falhado).

Barras pequenas a seguir a um rompimento tornam-se de alguma forma emocionais porque um trader tem de considerar entrar em qualquer direção num stop e tem de processar muita informação rapidamente.

Em geral, bons traders tomam decisões subjetivos rápidas bradado em muitos subtis fatores, e se o processo é muito confuso ou emocional, é melhor não colocar uma ordem.

Uma barra interna após um movimento swing pode marcar o final do swing, especialmente se o seu fecho for contra a tendência e outros fatores, como uma linha de tendência, ultrapassar uma longa de canal, um alto ou baixo 2, ou um novo máximo numa lateralidade.

Uma barra pequena, quer seja ou não uma barra interna, perto de uma extremo de uma grande barra (barra de tendência, doji ou barra externa) pode configurar uma reversão, especialmente se a barra pequena for uma barra de reversão.

Numa lateralidade (dia de lateralidade ou lateralidade em dia de tendência), as únicas entradas de barras pequenas deverão ser na reversão dos extremos.

Numa tendência (mesmo num dia de lateralidade) uma barra pequena pode configurar uma entrada em qualquer direção. No geral, é melhor esperar por uma retração, a menos que a barra pequena seja uma barra urso, em que irá encurralar os ursos, e poderá fazer sentido comprar num ponto acima do seu seu máximo.

O stop de um padrão ii é após o oposto de ambas as barras (não somente a segunda barra que é tecnicamente a barra de sinal), mas por vezes pode usar um stop mais pequeno (após o oposto da segunda barra em vez das duas barras) se as barras são relativamente grandes.

Observe a reversão numa falha nas barras seguintes, pois as falhas são comuns após rompimentos ii, especialmente se se formam no meio da variação diária.

Um padrão ii de 5 minutos é geralmente uma retração duplo fundo/topo que é um padrão de reversão é pode explicar porque um pequeno ii pode levar a um movimento de contratendência.

Quando existe um forte touro coloque um stop um ponto acima de um micro duplo topo, porque irá comprar um duplo topo falhado, onde existirão stops protetivos de traders que venderam a descoberto, dando combustão ao movimento. Idem num forte urso.

Barras opostas iguais são basicamente um padrão de reversão de duas barras e correspondem a uma barra de reversão de 10 minutos.

Quando uma barra de tendência numa tendencia forte tem um corpo careca (sem sombra) num ou em ambos os extremos, isto indica que o mercado está de um lado e forte. Contudo, uma barra careta no topo numa barra de tendência touro de 5 minutos num touro em progresso é mais forte do que uma barra careca no fundo. Assim, uma barra careca de topo é uma boa configuração para posição longa. Se a barra tem uma sombra de um ponto no topo ou o fundo careca, ainda é uma boa configuração mas por si só não é uma razão para comprar acima do seu máximo. Se a barra é numa lateralidade seria insensato comprar no seu máximo.

Nem todas as barras pequenas são boas para configurações de reversão. Existe uma situação em especial onde não devem ser usadas como barras de sinal, e isto é quando a barra é um pequeno doji (pequeno em relação às barras recentes, especialmente se não tiver corpo, estiver perto da MME e ocorrer aproximadamente no meio da sessão.

Embora a maioria das grandes barras que são A Favor da Tendência sejam fortes, se uma barra é especialmente grande, isto representa uma exaustão climática.

Qualquer configuração padrão de reversão pode servir de barra de sinal, mas uma segunda entrada com uma barra de reversão forte é sempre a configuração mais segura num negócio de contratendência.

Barras grandes de rompimento geralmente falham na próxima barra, encurralando traders no lado errado do mercado. Isto é especialmente comum em dias calmos de lateralidade.

Numa tendência, uma barra pequena é somente uma configuração A Favor da Tendência. Um barra pequena também poderá ser uma configuração de contratendência se ocorrer num swing baixo e existirem outras razões para negociar contratendência, como um rompimento de uma linha de tendência anterior.

Uma barra de reversão sozinha não é razão suficiente para entrar, mesmo sendo numa área onde uma reversão poderia razoavelmente ter lugar.

Não poderá vender num touro forte senão houver previamente o rompimento de uma linha de tendência touro.

Embora as barras pequenas tenham menos importância direcional, é melhor ter a última como uma barra de tendência na direção na entrada desejada.

A primeira pausa a seguir a um forte rompimento é rompimento com retração, e geralmente é seguida da tendência.

Uma barra sem sombras em ambos os extremos no meio de uma tendência forte é um sinal de força, e os traders devem entrar A Favor da Tendência no seu rompimento.

Uma barra pequena não é uma boa configuração quando os mínimos, máximos e fechos estão com tendência de alta.

Uma barra externa que encurrala trades geralmente leva a mais duas pernas.

Dojis pequenos são raramente boas barras de entrada contratendência, e é quase sempre melhor aguardar por outra configuração.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

Barras de Reversão Como Barras de Sinal no Price Action – Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks: Resumo do Livro (Capítulo 1)

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Este artigo resume os excertos que considero mais importantes da introdução ao capítulo 1 (Price Action) do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral do livro, capitulo por capitulo.

Al Brooks é uma das autoridades do price action, sendo seguido por muitos outros traders pelo seu estilo peculiar de investimento na bolsa através da análise técnica pormenorizada dos gráficos de preços.

De seguida, destaco as passagens descritivas das barras de reversão como barras de sinal do capítulo 1.

Como é mais sensato negociar na direção da tendência, uma negociação tem mais possibilidade de ser bem sucedida se a barra de sinal for uma barra de tendência forte na direção do negócio.

Contudo, uma barra de sinal na direção oposta também pode ser uma barra de sinal razoável, dependendo de outro price action no gráfico. No geral, as barras de sinal que são barras doji ou barras de tendência na direção oposta do negócio têm uma maior chance de falhar porque o lado certo do mercado sobre que tem de ter o controlo ainda não se mostrou. É sempre melhor entrar no mercado depois do lado certo (touros ou ursos) terem obtido controlo pelo menos na barra de sinal. Uma barra doji pode ser uma excelente barra de sinal dependendo do contexto.

A melhor barra de sinal é uma barra de reversão, e as barras de reversão touro têm mais só que uma das seguintes condições.

  • Uma abertura perto ou abaixo do fecho da barra anterior e um fecho acima da abertura e acima do fecho da barra anterior.
  • Uma sombra inferior de um terço a metade do tamanho da barra e uma pequena ou inexistente sombra superior.
  • Não muita sobreposição com a barra ou barras anteriores.

[O inverso se aplica no caso de uma barra de reversão urso].

A melhor barra de reversão touro tem um corpo touro (fecha bem acima da abertura) uma sombra moderada em baixo.

Se uma barra de reversão largamente sobrepõe-se a uma mais barras anteriores ou se a sombra se estende apenas alguns pontos, poderá pertencer só uma lateralidade. Não existe nada a reverter porque o mercado está a andar de lado e não em tendência. Neste caso não deve ser usada como barra de sinal, e até pode tornar-se numa configuração na direção oposta se suficientes traders ficarem encurralados.

Sempre que o mercado tenta fazer alguma coisa duas vezes e falha, geralmente tenta depois fazer o oposto. É por isso que duplos tipos e duplos fundos funcional e porque os traders não desenvolvem convição numa reversão até ao extremo anterior da tendência ser testado.

Se uma barra touro tem uma grande sombra no topo ou uma barra urso tem uma grande sombra no fundo, os traders de contratendência perderam convição perto do fecho da barra, e os negócios de contratendência devem ser só tomados se o corpo parecer razoavelmente forte e o price action confirmar (como uma segunda entrada).

Se uma barra de reversão é muito mais pequena que as últimas barras, especialmente se tem um corpo pequeno, tem falta de força de contratendência e é uma barra sinal mais arraiscada. Contudo, se uma barra tem um corpo forte e encontra-se no contexto certo, o risco no negócio é pequeno (um ponto no outro lado da barra pequena).

Numa tendência forte, é comum ver uma barra de reversão a formar-se e segundos depois de a barra fechar, a reversão falha.

Uma grande barra touro de reversão com um corpo pequeno tem de ser visto em contexto do price action anterior. A grande sombra inferior indica que a venda foi rejeitada e que os compradores controlaram a barra. Contudo, se a barra sobrepor-se à barra ou barras anteriores excessivamente, então apenas pode representar uma lateralidade num horizonte temporal mais pequeno, e o fecho no topo da barra poderá ser simplesmente um fecho no topo da lateralidade, destinada a ser seguida por mais vendas á medida que os touros de 1 minuto realizam lucros. Nesta situação, necessita de mais price action antes de entrar num negócio de contratendência. Não quer comprar no topo de uma bandeira num mercado urso ou vender no fundo de uma bandeira num mercado touro.

Uma barra de reversão que se sobrepõe às barras anteriores, indicando dois lados do mercado, portanto não existe nada a reverter.

Barras de reversão com grandes sombras e corpos pequenos devem ser vistas no contexto do price action.

Embora uma clássica barra de reversão seja uma das melhores barras de sinal, a maioria das reversões ocorre na sua ausência. Existem muitos outros padrões de barras que emitem sinais fiáveis. Em quase todos os casos, a barra de sinal é mais forte se for uma barra de tendência na direção do seu negócio.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

Barras de Sinal, Barras de Entrada e Padrões de Velas no Price Action – Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks: Resumo do Livro (Capítulo 1)

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Este artigo resume os excertos que considero mais importantes da introdução ao capítulo 1 (Price Action) do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral do livro, capitulo por capitulo.

Al Brooks é uma das autoridades do price action, sendo seguido por muitos outros traders pelo seu estilo peculiar de investimento na bolsa através da análise técnica pormenorizada dos gráficos de preços.

De seguida, destaco as passagens descritivas das barras de sinal, barras de entrada e padrões de vela do capítulo 1.

Se um negócio é na direção da tendência prevalente, é a “favor da tendência”, e se for na direção contrária, é uma configuração contratendência.

Uma barra de sinal é sempre identificada em retrospetiva, depois da barra fechar e um negócio ter iniciado. Assim que a sua ordem é finalizada, a barra anterior torna-se uma barra de sinal em vez de uma barra de configuração, e a corrente barra é a barra de entrada. Um trader iniciante deverá apenas entrar quando a barra de sinal é também uma barra de tendência na direção do seu negócio.

Quase todas as barras são uma potencial barra de sinal, mas a maioria nunca conduz a uma entrada, e portanto não se tornam barras de sinal. Como day trader, irá ter muitas ordens que nunca irão ser finalizadas.

É melhor entrar num stop um ponto acima ou abaixo da barra anterior, e se o stop não for ativado, cancelar a ordem e procurar uma nova localização para a ordem. Para ações, é geralmente melhor, colocar uma entrada stop uns pontos acima da barra de sinal potencial, porque armadilhas de um ponto são comuns, onde o mercado rompe por um ponto e depois reverte, enganando todos os traders que acabaram de entrar com stop.

Muitas vezes, uma barra pode ser uma barra de configuração em ambas as direções, em que coloca uma entrada stop nos dois extremos e entrará na direção do rompimento.

Para um trader, o ponto mais importante é determinar se o mercado está em tendência ou lateralidade. Quando o assunto é analisar uma barra individual, o ponto é também se está em tendência ou lateralidade. Cada barra ou vela é somente importante em relação ao price action, e a vasta maioria dos padrões de velas não são úteis na maioria do tempo porque ocorrem no price action onde não têm valor preditivo de alta probabilidade. Portando, irão complicar o trading dando muito que pensar, e tiram a sua mente da tendência.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

Barras de Tendência e Barras Doji no Price Action – Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks: Resumo do Livro (Capítulo 1)

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Este artigo resume os excertos que considero mais importantes da introdução ao capítulo 1 (Price Action) do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral do livro, capitulo por capitulo.

Al Brooks é uma das autoridades do price action, sendo seguido por muitos outros traders pelo seu estilo peculiar de investimento na bolsa através da análise técnica pormenorizada dos gráficos de preços.

De seguida, destaco as passagens descritivas das barras de tendência e barras doji do capítulo 1.

Para um trader, é mais útil pensar em todas as barras como sendo barras de tendência ou barras de não tendência (tendência lateral). Como as últimas têm um nome estranho, e maioria são similares aos dojis, é mais simples referir todas as barras de não tendência como dojis (barras doji).

Os corpos grandes das barras indicam força, mas uma barra extremamente grande depois de um movimento prolongado ou rompimento pode representar um final exaustivo de uma tendência, e nenhuma negociação deve ser iniciada até haver algum sinal do price action.

Uma barra de tendência ideal, é aquela com um corpo moderado.

Por vezes, uma série de dojis pode significar que uma tendência está em efeito. Por exemplo, numa série de dojis, cada um com fecho mais alto e sobretudo com um alto acima do alto da barra anterior, e um baixo acima do baixo da barra anterior, o mercado exibe tendências de fechos, altos e baixos, pelo que uma tendência está em efeito.

O único propósito para esta distinção é ajudar a distinguir rapidamente se um dos lados está no controlo da barra ou se touros e ursos estão empatados.

Se os touros falham em duas tentativas, então não estão dispostos a comprar sem um price action substancial a seu favor, e ambos os touros e ursos estão a aguardar pelos menos duas pernas de descida.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks: Resumo do Livro – Capítulo 1 – Introdução ao Price Action

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Este artigo resume os excertos que considero mais importantes da introdução ao capítulo 1 (Price Action) do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral do livro, capitulo por capitulo.

Al Brooks é uma das autoridades do price action, sendo seguido por muitos outros traders pelo seu estilo peculiar de investimento na bolsa através da análise técnica pormenorizada dos gráficos de preços.

De seguida, destaco as passagens do prefácio da introdução ao capítulo 1.

Para um trader, a questão fundamental que se confronta repetidamente durante o dia, é a decisão se o mercado está em tendência ou não. Se está em tendência, assume que irá continuar, e procura entrar na direção da tendência. Se não está em tendência, irá procurar entrar na direção oposta do movimento mais recente.

O aspeto mais útil do price action é observar o que acontece depois do mercado romper barras anteriores ou linhas de tendência. Por exemplo, se o mercado sobe acima de um alto anterior significativo, e cada subsequente barra forma um baixo acima do baixo da barra anterior e um alto acima do alto da barra anterior, então o price action indica que o mercado irá provavelmente subir na barra seguinte, mesmo que retraia algumas barras no curto prazo. Por outro lado, se o mercado rompe para cima, e a próxima barra for uma pequena barra interna (o seu alto não é mais alto que a grande barra de rompimento), e depois a batata seguinte tem um baixo que é mais baixo que barra interna, as probabilidades de um falso rompimento e de uma reversão aumentam consideravelmente.

Traders perspicazes beneficiam de traders encurralados. Se souber que os stops protetivos estão localizados um ponto abaixo de uma barra que resultarão em perdas para os traders que acabaram de comprar, então pode iniciar posição curta com uma ordem stop no mesmo preço para lucrar com os traders encurralados que são formados a sair.

Quando negociar contra tendência contra uma tendência forte, é imperativo aguardar que a barra de sinal encerre antes de colocar uma ordem, e depois entrar um ponto numa ordem stop na direção da negociação.

Qual é a melhor forma de aprender a ler price action? É imprimir gráficos e observar todas negociações lucrativas.

As retrações e extensões de Fibonacci são uma parte do price action, mas como grande parte são apenas aproximações e falham, não as use para o trading. Se alguma for útil, está associada com um padrão gráfico que é fiável e negociável por si só, independentemente das medições Fibonacci ou algum indicador. A Teoria das Ondas de Elliott é também um tipo de análise com price action, mas para a maioria dos traders não é útil. As ondas não são geralmente claras até muitas barras depois do ponto de entrada ideal, e com tantas interpretações opostas num instante, requer muito pensamento e incerteza para a maioria de day traders ativos.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks: Resumo do Livro – Prefácio

Reading Price Charts Bar by Bar de Al Brooks - Capa do Livro

Este artigo resume os excertos que considero mais importantes do prefácio do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral do livro, capitulo por capitulo.

Al Brooks é uma das autoridades do price action, sendo seguido por muitos outros traders pelo seu estilo peculiar de investimento na bolsa através da análise técnica pormenorizada dos gráficos de preços.

De seguida, destaco as passagens do prefácio do trabalho de Brooks.

O objetivo para muitos traders é maximizar os ganhos através de um estilo compatível com a sua personalidade.p

Considero que faço mais dinheiro se minimizar o que tenho de considerar quando faço uma negociação. Tudo o que preciso é de um único gráfico no computador sem indicadores excepto uma média móvel exponencial de 20 barras. Por vezes negoceio sem a média móvel, mas providência configurações suficientes para valer a sua pena no gráfico.

O volume no gráfico de 1 minuto às vezes é minimamente útil quando se olha para um sinal de uma reversão iminente, mas nunca olho para este porque negoceio sobretudo a partir do gráfico de 5 minutos (raramente faço uma negociação mais cedo no gráfico de 5 minutos com o gráfico de 1 minuto no sentido da tendência).

Um pico invulgar de volume no gráfico de 1 minuto geralmente observa-se perto no final de uma tendência urso, e o primeiro ou segundo swing normalmente proporciona um scalp longo. Contudo, está é apenas uma observação; não é muito confiável para fazer parte de uma de estratégia e deve ser ignorada. Os picos também ocorrem nos gráficos diários quando uma onda de vendas acaba.

Em geral, a probabilidade de uma retração regressar ao extremo da anterior tendência, diminui substancialmente se a retração recuar 75 por cento ou mais.

As ferramentas mais úteis para entender o price action são linhas de tendência e de canal, anteriores altos e baixos, rompimentos e falsos rompimentos, o tamanho dos corpos e so,Brás das belas, relações entre a barra corrente e as anteriores. Em particular, como a abertura, alto, baixo e fecho compara com a ação das barras anteriores dizem muito sobre o que irá acontecer a seguir.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

Como Viver do Day Trading de Andrew Aziz: Resumo do Livro

Como Viver do Day Trading - Andrew Aziz - Capa do Livro

O resumo deste livro é bastante especial, porque trata-se da primeira obra editada em Portugal dedicada exclusivamente ao day trading.

O day trading ou day trade, ao contrário de outros tipos de investimento, é caracterizado pela negociação ativa de títulos, com a entrada e saida da mesma posição no próprio dia. Há quem diga que é a forma mais difícil e arriscada de ganhar dinheiro na bolsa.

Em Como Viver do Day Trading, Andrew Aziz explica o funcionamento deste tipo de trading, descreve a importância da gestão do risco e da psicologia, mostra como encontrar as melhores ações para transacionar, introduz os gráficos de velas e apresenta várias estratégias de day trading.

Como funciona o day trading

Neste capítulo, Aziz faz a distinção entre o day trader e o swing trader, em que o primeiro abre e fecha a mesma negociação no próprio dia, enquanto o segundo pode manter uma posição aberta entre dois dias e várias semanas.

Os day traders podem ter lucro se uma ação subir, conhecida como compra longa, mas também podem ter lucro se uma ação descer, conhecida como venda a descoberto.

É feita a distinção entre os traders retalhista e institucionais. Os primeiros são os traders individuais como eu e o leitor, e os segundos são os bancos de investimento, fundos de investimento e hedge funds.

São os investidores institucionais que movem os preços, e as suas negociações são baseadas em grande parte em algoritmos sofisticados, conhecidos como negociação de alta frequência (do inglês high frequency trading ou HFT).

A Importância da Gestão do risco e psicologia

O autor escreve que o sucesso no day trading resulta em primeiro lugar do domínio de uma estratégia de trading (abordado em capítulo mais à frente) em segundo lugar do cálculo do dinheiro para negociar uma posição (gestão do risco), e em terceiro lugar do controlo das emoções.

A gestão do risco pretende encontrar entradas de baixo risco para um elevado potencial de recompensa. Assim, por exemplo, se arriscamos $50 num negócio deveremos esperar uma recompensa mínima de $100, ou rádio mínimo de ganhos perdas de 2:1.

Algumas perguntas que deve fazer na gestão do risco:

  • Estou a negociar a ação certa?
  • Quantas ações devo transacionar?
  • Qual é o meu stop loss?

A psicologia do trading pretende dar resposta ao facto do sucesso e fracasso no trading se baseia no comportamento dos traders e do modo como controlam as suas emoções.

Gráficos de velas

A análise técnica de day trading é realizada com apoio dos gráficos de velas. No gráfico de velas de cinco minutos, cada vela corresponde a um período de negociação de cinco minutos, em que o corpo representa o preço de abertura e o preço de fecho e as sombras representam os pontos alto e baixo desse período.

Se o corpo for da cor branca, é porque a vela fechou mais alta do que na abertura (sentimento touro), e se o corpo for da cor negra, é porque a vela fechou mais baixa do que na abertura (sentimento urso).

Estratégias de day trading

Este é um dos capítulos mais importantes do livro, em que o autor apresenta várias estratégias baseando-se na:

  1. Atuação do preço (price action).
  2. Indicadores técnicos.
  3. Padrões de velas e de gráficos.

Estratégia 1: Padrão ABCD

Estratégia 2: Momento do Bull Flag

Estratégia 3: Trading de inversão

Estratégia 4: Tendência de média móvel

Estratégia 5: Breakout do intervalo de abertura

Considerações finais

Como Viver do Day Trading de Andrew Aziz é o primeira livro de day trading editado em Portugal fazendo uma introdução a este tipo de negociação de curto prazo na bolsa de valores, como funciona, e os vários participantes de mercado. No entanto, as estratégias apresentadas carecem de um maior desenvolvimento para terem alguma aplicação prática. Contudo, este livro poderá ser um ponto de partida para verificar o interesse do leitor neste tipo de investimento, para procurar aprofundar o seu conhecimento noutros livros e recursos.

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