Teoria das Ondas de Elliott: Guia de Iniciação

Última Atualização a 24/11/2020

Mapa mental Ondas de Elliott

Já pensou se existiria algum método ou estratégia de trading que o ajudasse a prever o futuro movimento dos preços?

Pois bem, a Teoria das Ondas de Elliott pretende responder a esta pergunta através da modelação do price action ou gráficos de preços. O objetivo é prever com um bom nível de precisão para onde o preço se dirige no longo, médio e curto prazo: se para cima, para baixo ou para os lados.

Este guia de iniciação introduz os princípios essenciais da Teoria das Ondas de Elliott onde irá aprender tudo o que precisa para começar a praticar esta teoria em gráficos reais. O princípio aplica-se a todo o tipo de títulos como ações, moeda (forex), bens e índices. A única condição é haver uma elevada liquidez para as leis de procura e oferta de mercado funcionarem livremente.

Conteúdos

  1. Introdução e breve história
  2. Ciclo das Ondas de Elliott
  3. Personalidade das Ondas de Elliott
  4. Padrões das Ondas de Elliott
  5. Números de Fibonacci
  6. Regras de orientação

1. Introdução e Breve História

O que é a Teoria das Ondas de Elliott?

As Ondas de Elliott referem-se a uma teoria, ou princípio, que investidores e traders costumam adotar na análise técnica, baseando-se na ideia de que os mercados financeiros tendem a repetir padrões específicos em todos os horizontes temporais formando ciclos previsíveis.

A Teoria das Ondas de Elliott sugere que os movimentos do mercado seguem uma sequência natural de ciclos associado à psicologia das massas. Os padrões são criados de acordo com o sentimento do mercado, que alterna entre o touro e urso, ou entre a subida e descida.

Qem Criou a Teoria das Ondas de Elliott?

Ralph Nelson Elliott

O nome da Teoria das Ondas Elliott advém das observações de Ralph Nelson Elliott, um contabilista e autor norte-americado do início do século XX, constando que o mercado não progride de uma forma linear, mas sim com avanços e recuos á semelhança do que acontece com as ondas do mar. No entanto, a popularidade da teoria só aconteceu mais tarde nos anos 70, graças ao trabalho desenvolvido de Robert R. Prechter e A. J. Frost com a publicação do livro Elliott Wave Principle: A Key to Market Behavior.

A criação da teoria foi baseada inicialmente num extenso estudo de dados de mercado realizado por R. N. Elliott, com foco nos mercados de ações, incluindo pesquisa sistemática que incluiu mais de 75 anos de dados. Hoje em dia a Teoria das Ondas de Elliott é usada em todos os tipos de ativos financeiros como ações, moeda (forex) e mercadorias.

Como uma ferramenta de análise técnica, a Teoria das Ondas de Elliott é usada na tentativa de identificar os ciclos e tendências do mercado não sendo por si só um indicador ou técnica de trading, dando uma perspetiva geral do movimento de preços.

No entanto, não se deve cair na falácia do perfecionismo com esta teoria ou com qualquer outro sistema de trading. Como Precher muito bem afirma no seu trabalho:

Os traders pegam num bom sistema e destroem-no ao tentar torna-lo num sistema perfeito.

2. Análise do Ciclo das Ondas de Elliott

Num mercado que está a subir ou descer, Elliott afirma que os preços se movem num padrão de 5-3, existindo dois tipos de onda:

  1. O primeiro padrão é chamado de impulso (movendo-se na direção da tendência dominante) .
  2. O segundo padrão é chamado de correção (movendo-se contra a tendência dominante).

Ciclo Completo das Ondas de Elliott

Padrão Impulsivo de 5 Ondas

No caso de um título com tendência de subida ou touro, a estrutura com a sequência básica do padrão de 5 ondas é a seguinte:

  • As ondas 1, 3 e 5 são impulsivas.
  • As ondas 3 e 4 são corretivas.

O padrão de 5 ondas é marcado com os números 1, 2, 3, 4 e 5. Se a tendência for de descida ou touro verifica-se o inverso.

Padrão Corretivo Básico de 3 Ondas

O que acontece quando acaba o padrão de 5 ondas?

Depois do preço avançar numa direção com um padrão de 5 ondas, entra numa sequência corretiva. Se o mercado estiver a subir a correção é assinalada com o preço a descer.

O padrão básico corretivo é uma sequência de 3 ondas, neste caso marcado com as letras a, b e c.

O Ciclo Completo de 8 ondas (5+3)

Se juntarmos o padrão básico de 5 ondas com o padrão corretivo básico de 3 ondas temos um ciclo completo das Ondas de Elliott, que consiste me 8 ondas.

As 3 Regras Fundamentais do Padrão Impulsivo

O padrão básico de 5 ondas têm 3 regras específicas de acordo com Elliott:

  1. A onda 2 não deve retrair mais de 100% da onda 1.
  2. A onda 3 não deve ser a onda impulsiva mais pequena.
  3. A onda 4 não deve sobrepor-se à onda 1.

Se alguma desta regras for transgredida deve-se começar novamente a contagem.

3 Regras Fundamentais do Padrão Impulsivo

As Ondas de Elliott e os Fractais

Os fractais são estruturas que podem ser divididas em partes que replicam uma cópia da parte maior. Exemplos de fractais encontram-se por toda a natureza.

Fractais Natureza

As Ondas de Elliott são na sua essência consideradas fractais porque se dividem em estruturas mais pequenas e idênticas à estrutura maior, divididas em ciclos que correspondem a horizontes temporais diferentes.

Fractais nas Ondas de Elliott

Cada ciclo tem um nome e numeração específicos:

  • Grande superciclo: ((I)) ((II)) ((III)) ((IV)) ((V)) ((a)) ((b)) ((c))
  • Superciclo: (I) (II) (III) (IV) (V) (a) (b) (c)
  • Ciclo: I II III IV V a b c
  • Primário: ((1)) ((2)) ((3)) ((4)) ((5)) ((A)) ((B)) ((C))
  • Intermediário: (1) (2) (3) (4) (5) (A) (B) (C)
  • Menor: 1 2 3 4 5 A B C
  • Minuto: ((i)) ((ii)) ((iii)) ((iv)) ((v)) ((a)) ((b)) ((c))
  • Minueto: (i) (ii) (iii) (iv) (v) (a) (b) (c)
  • Subminueto; i ii iii iv v a b c

O mais importante não é o analista das Ondas de Elliott acertar no nome do ciclo, mas diferenciar entre os diferentes ciclos mesmo que a numeração do ciclo correspondente não esteja correta.

3. Personalidade das Ondas de Elliott

A personalidade das Ondas de Elliott reflete a psicologia das massas a atuar no mercado, criando as estruturas que observamos nos gráficos de preços e que fluem do otimismo para o pessimismo e vice-versa. Esta personalidade é verificada em todos os horizontes temporais.

Onda 1 (Impulsiva)

A primeira onda divide-se em 5 ondas mais pequenas. Pode ser lenta e contínua, convencendo traders e investidores que se trata de uma correção normal e de que a tendência anterior ainda está ativa. mas também pode ser acentuada e decisiva surpreendendo traders e investidores com a velocidade com que mudou de direção.

Onda 2 (Corretiva)

A segunda onda divide-se em 3 ondas mais pequenas e normalmente é acentuada e profunda, retraindo grande parte da primeira onda. Durante a segunda onda, muitos traders e investidores estão ainda convencidos de que a tendência anterior ainda está ativa. Se a primeira onda for muito acentuada e rápida pode conduzir a uma segunda onda baixa.

A segunda onda nunca pode retrair mais do que 100% da primeira onda. Se os preços forem para além do início da primeira onda, é sinal de que o analista das Ondas de Elliott está errado.

Onda 3 (Impulsiva)

A terceira onda divide-se em 5 ondas mais pequenas e é tipicamente a onda maior e mais poderosa. Ocorre com grande volume à medida que a participação das massas entra com a observação de que está em curso uma nova tendência.

A onda 3 não pode ser o impulso mais curto e é a onda mais apta a estender.

Onda 4 (Corretiva)

A quarta onda divide-se em 3 onda mais pequenas e envolve muitas vezes movimentos complexos, oscilando para os lados e que leva muitas à frustração de touros como ursos a tentar descobrir o próximo movimento dos preços.

Onda 5 (Impulsiva)

A quinta onda divide-se em 5 ondas mais pequenas e corresponde à fase de distribuição num mercado touro e acumulação num mercado urso. A onda 5 pode ser lenta e extensa à medida que o preço chega ao topo ou fundo, ou pode ser rápida sinalizando a exaustão.

Onda A (Impulsiva ou Corretiva)

A onda A divide-se em 5 ou 3 ondas, consoante é impulsiva ou corretiva, e tem a mesma personalidade da onda 1. É geralmente lenta na medida em que traders e investidores ainda estão convencidos que a tendência anterior enc0ntra-se válida, mas também pode ser rápida e acentuada se onda anterior (quinta onda) for estendida.

Onda B (Corretiva)

A onda B divide-se em 3 ondas e tem as mesmas características da onda 2. É um período de consolidação com o combate entre touros e ursos. Pode-se desenvolver numa onda com uma estrutura bastante complexa, complicando a vida a muitos traders e investidores pelo caminho.

Onda C (Impulsiva)

A onda C divide-se em 5 ondas sendo muito importante na Teoria das Ondas de Elliott, sendo a última onda do ciclo completo de oito ondas. A onda C é sempre impulsiva e é geralmente mais acentuada e rápida que as ondas A ou B.

De seguida é mostrado o gráfico mensal da Cisco (CSCO) com o exemplo da personalidade das Ondas de Elliott para um ciclo completo de oito ondas. De notar que a terceira onda marcada a (III) azul, e como vamos ver mais à frente, é a onda maior e estendida.

CSCO - Ciclo Completo de Oito Ondas

4. Padrões das Ondas de Elliott

Os padrões das Ondas de Elliott são uma das ferramentas de análise essenciais a esta teoria, e sem qual os restantes elementos não funcionam.

Existem 8 padrões no total:

  1. Impulso
  2. Diagonal Inicial
  3. Diagonal Final
  4. Correção Zigzag
  5. Correção Plana Regular
  6. Correção Plana Irregular
  7. Correção Complexa
  8. Triângulo

Na figura seguinte encontra-se a localização dos padrões no ciclo completo das Ondas de Elliott. O gráfico apresentado é para um mercado touro, invertendo-se o processo num mercado urso.

Padrões das Ondas de Elliott no Ciclo Completo

A localização dos padrões por onda é a seguinte:

  • Onda 1: Impulso, Diagonal Inicial.
  • Onda 2, 4 e B: Correção Zigzag, Correção Plana Regular, Correção Plana Irregular, Correção Complexa, Triângulo (este último padrão apenas aparece na onda 4, B ou penúltima onda de uma correção complexa).
  • Onda 3. Impulso.
  • Onda 5 e C: Impulso, Diagonal Final.
  • Onda A: Impulso, Diagonal inicial, Correção Plana Regular e Correção Plana Irregular.

Padrões Impulso, Diagonal Inicial e Diagonal Final

Os padrões de impulso, diagonal inicial (DI) e diagonal final (DF) são observados quando o preço está a avançar numa direção de subida ou descida formando uma tendência. A principal diferença reside no facto de no primeiro caso (Impulso) as ondas 1 e 4 nunca se podem sobrepor e no segundo e terceiros casos (DI e DF) as ondas 1 e 4 têm obrigatoriamente de sobrepor-se.

Verificando agora a distinção entre os padrões DI e DF, no primeiro padrão as ondas 1, 3, 5 têm 5 ondas internas enquanto no segundo padrão têm 3 ondas internas. Ambas as ondas 2 e 4 na DI e DF são idênticas com três ondas.

O padrão impulso tem uma estrutura interna 5-3-5-3-5, o padrão DI tem a estrutura interna 5-3-5-3-5 e o padrão DF a estrutura interna 3-3-3-3-3.

Padrões Impulso e Diagonal

Padrões Corretivos

Existem quatro tipos principais de padrões corretivos: Correções planas regular e irregular, correção zigzag e triângulo. Se o impulso e diagonais significam que o preço está a avançar numa direção de subida ou descida, as correções significam que existe uma pausa ou consolidação no mercado, podendo após a consolidação o preço continuar com a tendência anterior ou reverter de tendência.

Correções Zigzag, Plana regular e Irregular, Triângulo

Padrões Correção Plana Regular e Correção Plana Irregular

As correções planas regular e irregular (ABC) têm uma estrutura interna 3-3-3. O que diferencia estes dois tipos de padrões é o facto da onda B na correção regular não poder ultrapassar o início da onda A, enquanto na correção irregular a onda B ultrapassa obrigatoriamente o início da onda B. De referir que na correção plana, o final da onda B está ao nível ou ligeiramente deslocado do início da onda A.

Correção Zigzag

A correção zigzag (ABC) é o padrão mais simples e tem uma estrutura interna 5-3-5. Observa-se quando a onda B termina um pouco mais abaixo do início da onda A.

Triângulo

O triângulo (ABCDE) é um tipo especial de correção que só pode ser observado em posições exatas no ciclo das Ondas de Elliott. Tem uma estrutura interna 3-3-3-3-3 em que os pontos (B)-(D) e A-C-E são ligados por uma linha formando um triângulo. É de referir que um padrão no gráfico de preços que forme um triângulo, mas não tem a estrutura interna 3-3-3-3-3, não pode ser considerado um triângulo na teoria das Ondas de Elliott.

Correção Complexa

Este é o padrão mais difícil das Ondas de Elliot e que frusta muitos traders. É muito difícil negociar com este tipo de padrão em que touros e ursos combatem ferozmente.

Correção Complexa

A correção complexa pode ser dupla com uma estrutura (WXY) ou tripla com uma estrutura (WXYXZ). As ondas (W), (Y), (Z) e (X) podem ter qualquer correção plana, irregular ou zigzag. A última onda (X) de cada combinação também pode conter um triângulo.

5. Números de Fibonacci nas Ondas de Elliott

Os números de Fibonacci são muito importantes na Teoria das Ondas de Elliott. Todas as estimativas de extensão e retração das ondas, previsão de targets e cálculos do stop são apoiados nestes números

Muito se tem escrito sobre Fibonacci e a sua origem no trading, pelo que neste guia importa apenas referir os principais rácios que servem de apoio ao analista das Ondas de Elliott.

Os rácios mais utilizados nas retrações/correções são 23.6%, 38.2%, 50%, 61.8%, 78.6% e 100%. Especial importância é dada ao rácio 61.8% conhecido como o rácio dourado.

Os rácios mais utilizados nas extensões/projeções são 38.2%, 61.8%, 100%, 138.2%, 161.8%, 200%, 261.8%, 323.6% e 423.6%.

Cálculo das Ondas com Fibonacci

Os cálculos das ondas com os rácios de Fibonacci são utilizados nas retrações/correções e extensões/projeções. As retrações são as correções ocorridas após cada impulso e calculadas paras as ondas (2), (4) e (B). As extensões são as projeções após cada correção e calculadas para as ondas (3), (5) e (C).

Exemplo de Padrão Impulsivo

Na figura abaixo é apresentado um exemplo com os rácios de Fibonacci para um padrão impulsivo.

  • A onda (1) é a única no impulso que não tem qualquer cálculo. Tem de se aguardar pelo inicio da onda seguinte.
  • A onda (2) retrai normalmente entre 38% e 61% da onda (1), não existindo limite mínimo. O número de 61% é muito importante, porque é muitas vezes onde se inicia uma posição, permitindo obter um bom rácio risco/recompensa.
  • A onda (3) é geralmente a onda mais longa e estende entre 100% a 161% da distância media entre (0) e (3). A extensão tem limite mínimo 100%, e se tiver mais de 161% a onda (3) é considerada estendida.
  • A onda (4) retrai normalmente entre 23% e 38%, não existindo limite mínimo.
  • A onda (5) estende habitualmente entre 38% e 61%. Tem como limite mínimo 38% e se for mais de 61% a onda (5) é considerada estendida.

Números de Fibonacci nas Correções e Extensões do Padrão Impulsivo

Exemplo de Padrão Corretivo

Na figura abaixo é apresentado um exemplo com os rácios de Fibonacci para um padrão corretivo.

  • A onda (A) é a única no impulso que não tem qualquer cálculo. Tem de se aguardar pelo inicio da onda seguinte.
  • A onda (B) retrai normalmente entre 38% a 61% da onda (A). Se a onda (ABC) tiver um padrão da correção plana regular com estrutura 3-3-5 retrai aproximadamente 100% não podendo exceder este número. Se onda (ABC) tiver um padrão da correção plana irregular com estrutura 3-3-5 retrai mais de 100%. Se a onda (ABC) tiver um padrão da correção zigzag com estrutura 5-3-5 retrai menos de 100%. Não existe limite mínimo para a correção da onda (B)
  • A onda (C) estende habitualmente entre 100 e 123% tendo com limite mínimo 61%. Finaliza após a onda (A) na correção zigzag 3-3-5 e pode finalizar antes ou depois da onda (A) na correção plana regular ou irregular 3-3-5. Não existe limite máximo para a extenso da onda (C).

Números de Fibonacci nas Correções e Extensões do Padrão Corretivo

6. Regras de Orientação nas Ondas de Elliott

Uma regra de orientação na Teoria das Ondas de Elliott não deve ser vista como algo rígido que não pode ser quebrado, mas sim como uma tendência com boas probabilidades de ocorrer, e que pode ajudar o analista a entender melhor as ondas e o comportamento do título ou mercado.

Regra da alternância

A regra da alternância diz que deverá ocorrer alternância entre as ondas 2 e 4, significando isto que as ondas 2 e 4 deverão ser diferentes no maior número de formas possível ao nível do preço, tempo e padrão.

Preço: a onda 2 quando comparada com a onda 4 deverá ter uma menor ou maior variação de preço.

Tempo: a onda 2 quando comparada com a onda 4 deverá levar menor ou maior tempo a completar.

Padrão: a onda 2 quando comparada com a onda 4 deverá ter um padrão diferente.

Se a onda 2 é uma correção zigzag, é de esperar a onda 4 como uma correção plana, complexa ou triangular, mas não correção zigzag.

Se a onda 2 é uma correção complexa, é de esperar a onda 4 como uma correção plana, zigzag ou triangular, mas não correção complexa.

Regra da alternância nas ondas 2 e 4 de um impulso

Regra da extensão

Quando se observa um impulso, pelo menos uma das ondas impulsivas 1, 3 ou 5 deve ser maior que que as restantes. Esta onda impulsiva maior é considerada a estendida. Se por exemplo, num impulso as ondas 1 e 3 forem regulares, é de esperar uma onda 5 estendida.

Deve-se ter em atenção para no caso de uma onda estendida serem percorridas grandes distâncias de preço com pequenas correções, o que pode causar dificuldade em projetar o final da onda.

Regra da extensão nas ondas 1, 3 e 5 de um impulso

Regra de Igualdade

A regra de Igualdade diz que duas sub-ondas impulsivas numa onda impulsiva maior tendem a ser iguais.

Isso significa, por exemplo, se a onda 3 de uma de um impulso for estendida, as ondas 5 e 1 serão aproximadamente iguais.

Regra do canal

A regra do canal é uma técnica para projetar o fim potencial das ondas dentro dos impulsos e das correções. Elliott observou que o padrão gráfico de canal geralmente marca os limites do preço entre as linhas de suporte e resistência por vezes de uma forma muito precisa.

Existem três formas de usar os canais para projetar o fim das ondas, podendo ser usada para projetar as extremidades das ondas 3, 4 e 5.

Projetar o final da onda 3: desenhe uma linha de tendência do início da onda 1 até o final da onda 2 e projete uma linha paralela do final da onda 1. A onda 3 terá uma boa probabilidade de terminar nesta projeção.

Projetar o final da onda 4: desenhe uma linha de tendência do início da onda 2 até o final da onda 3. Projete uma linha paralela no final da onda 2. A onda 4 terá uma boa probabilidade de terminar nesta projeção.

Projetar o final da onda 5: desenhe uma linha de tendência do início da onda 3 até ao final da onda 4. Projete uma linha paralela no final da onda 3. A onda 5 terá uma boa probabilidade de terminar nesta projeção.

Regra do canal para projeção das ondas 3, 4 e 5

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