Teste de Reversão Com e Sem Ultrapassem do Extremo no Price Action – Brooks (2009)

EWZ 5 MIn - Teste dos Extremos

Este artigo contém as minhas notas de estudo do livro Ler Gráficos de Preços Barra por Barra de Al Brooks*, estando integrado num resumo geral da obra, capitulo por capitulo.


As tendências terminam com uma reversão (uma Contra Tendência que rompe a linha de tendência) e depois um teste do final do extremo. O teste pode ultrapassar o extremo antigo, como no caso de uma Mínima Baixa num touro ou uma Máxima Alta num urso. Raramente, o teste formará um Duplo Topo ou um Duplo Fundo ao ponto exato.

As ultrapassagens são a última perna da tendência antiga porque formam o preço mais extremo da tendência. O não alcance do extremo é a retração da primeira perna na nova tendência. Os testes são frequentemente compostos por duas pernas.

Como um movimento de Contra Tendência depois de um rompimento de uma linha de tendência usualmente tem pelo menos duas pernas, se uma reversão touro tem uma Mínima Máxima no teste da mínima do touro, será também o início da segunda perna. Por outro lado, se formar uma Mínima Baixa no teste, esta mínima irá ser o início da primeira perna, e depois da primeira perna é provável que exista uma retração e depois uma segunda perna. De igual forma numa reversão urso, uma Máxima Baixa é o início da segunda perna, mas o teste com Máxima Alta é o início da primeira perna.

Um padrão comum é onde existe uma Contra Tendência forte (um pico) sem retrações. E este pico pode ser uma reversão de tendência. Se a retoma tem barras suficientes e retrai o suficiente do pico fará os traders pensarem se representa uma reversão falhada em vez de uma retração depois de uma reversão bem-sucedida.

Por exemplo, num grande pico de baixa que é seguido de um rali lento que retrai grande parte do pico é geralmente seguido por um seguido por uma liquidação que teste a mínima do pico inicial. Nesse momento, a tendência original pode continuar (Bandeira Duplo Fundo Touro), a reversão pode continuar em baixa, ou mercado pode entrar em lateralidade. O teste é mais provável se o pico está na lateralidade ou na direção da tendência (como um pico de alta num touro), e não é provável se é o primeiro movimento de Contra Tendência numa tendência forte.  Por exemplo, um pico urso acentuado irá geralmente encurralar os ursos e não ser testado.

Uma reversão climática (geralmente uma ultrapassagem e reversão de uma linha de canal, uma Bandeira Final Falhada climática) não necessita de ter uma retração que teste o extremo. As clímaces são mais comuns em tempos gráficos menores. Por exemplo, um gráfico de 1 minuto tem geralmente várias em cada dia, enquanto o gráfico de 5 minutos pode ter apenas alguns cada mês.

Padrões perfeitos em V de topo e fundo são raros, e não existe nada a ganhar de um trader ao pensar nestes padrões como alguma coisa que não uma reversão de uma ultrapassagem falhada de uma linha de canal, que deve ser negociada como tal.

Qualquer serie de barras de tendência fortes (grandes corpos, pequenas sombras, e pouca sobreposição) que são seguidas por uma retração, quase sempre têm um teste do seu extremo.

É comum o mercado ativar stops breakeven uma ou duas vezes antes de levantar vo, pelo que precisa de procurar entrar novamente e manter parte swing da sua posição.

Quando uma tendência forte atinge uma área de Movimento Medido, os traders podem considerar negociar Contra Tendência somente se existir uma boa configuração. Movimentos Medidos são de menor importância e não muito fiáveis sendo que n o geral devem ser ignorados.

Quando existe uma forte tendência, existirão muitas tentativas de reversão no gráfico de 3 minutos e ainda mais no gráfico de 1 minuto. Até haver uma clara reversão no gráfico de 5 minutos, se escolher o gráfico de 1 ou 3 minutos, deverá tratar cada tentativa de reversão como uma configuração a Favor da Tendência.

Um padrão de dupla barra interna é geralmente um padrão de reversão (mas precisa de um rompimento de linha de tendência anterior), e é frequentemente a bandeira final antes de um movimento de Contra Tendência de duas pernas. Representa equilíbrio entre touros e ursos, e o rompimento é o mesmo que sair fora do balanço.

Quando existem três barras sobrepostas em que pelo menos uma é um doji, isto é, Arame Farpado, que é geralmente um padrão de continuação, e nunca deverá comprar no seu máximo nem vender no seu mínimo. Reversa pequenas barras nos seus extremos, e aguarde por uma barra de tendência de rompimento falhar.

As barras de pines longas clássicas funcionam por vezes como armadilhas porque vês as sombras grandes e os fechos perto das máximas como evidência de que os touros estão a ganhar controlo. Lembre-se, uma barra doji é uma barra de lateralidade e não pode comprar acima de uma lateralidade num urso. Como o doji é uma lateralidade, é uma bandeira urso e não um padrão de reversão.

Quando existe um rompimento de tendência urso, os touros estão desejosos de comprar. Traders astutos aguardarão por uma ou duas barras de rompimento abaixo das barras de pines e depois começarão a colocar ordens de compra acima da máxima da barra anterior. Continuarão a mover as ordens para baixo se não forem ativadas, mas se o movimento continuar muito para baixo, aguardarão por outro rompimento de linha de tendência antes procurar comprar novamente. Alguns dos melhores swings iniciam com várias barras sobrepostas que o fazem impaciente e preocupado. É razoável assumir que existirão duas pernas, mas muito certamente existirá uma corrida aos stops antes da segunda perna.

*Tradução do editor para português do título original do livro Reading Price Charts Bar by Bar.

GRÁTIS! Estratégia de Day Trade

Descubra quatro padrões simples de negociação que poderá usar no gráfico de 5 minutos.

Política de privacidade do Mailchimp que usamos como plataforma de marketing.